O que é sexo reta

A estrada é em linha reta, uma das mais famosas em Portugal: a reta de Coina, conhecida por ser um local onde se encontram muitas trabalhadoras do sexo. As mais novas têm 16 ou 17 anos, conta ... Sendo difícil perceber a totalidade da definição de sujeito a partir do texto que nos transcreveu, é possível, no entanto, dizer que as três sequências de texto apresentadas não são três definições, mas antes três partes da mesma definição, pois parecem completar-se para dar a noção do que é o sujeito de uma frase. A 'Reta da Coina' é um lugar conhecido de prostituição na zona do Seixal. Dezenas de mulheres estão todos os dias na estrada e pedem 20 euros por dez minutos de sexo. São agredidas e perseguidas por homens que dizem ser os donos do local, sendo que um dos quais está preso. Sexo na reta final: Falei pro meu marido pra fazermos um amorzinho hoje (vai que ajuda mesmo a entrar em TP) e o peste tá aqui roncandooooooooooo kkkkkk o desgraça!! não colabora kkkk Todo dia o cidadão dorme quase meia noite e hoje que eu precisava dele ta no décimo sono ja... assim não dá kkkk Quero tentar ver se comigo funciona também, não quero esperar até a DPP ou depois, ... Reta de Regressão Linear Se um diagrama de dispersão sugere uma relação linear, é de interesse representar este padrão através de uma reta Usa-se o método dos mínimos quadrados para ajustar uma reta de regressãoao conjunto de pontos do diagrama A reta de regressãodescreve como uma variável resposta (dependente) yvaria em Ainda assim, a atriz, de 42 anos, não resiste a partilhar algumas imagens que mostram a evolução da mesma e que, apesar de não ter sido revelado o tempo de gestação, evidenciam que se encontra na reta final. O bebé, cujo sexo se desconhece para já, virá juntar-se a Baltazar, de dois anos e meio. O importante é conseguiu devolver a confiança à pessoa e mostrar que existe muito mais para ser aproveitado. 'Pessoas com 50 anos ou mais vivem um momento mágico, em que poderia existir uma troca linda de amor, afeto e carinho. Podem até ter atividade sexual em menor quantidade, mas com muito mais qualidade, durante muitos anos. A 'Reta da Coina' é um lugar conhecido de prostituição na zona do Barreiro. Dezenas de mulheres estão todos os dias na estrada e pedem 20 euros por dez minutos de sexo. São agredidas e perseguidas por homens que dizem ser os donos do local, sendo que um dos quais está preso. Sexo é vida, é gostoso e faz bem para a saúde, além de ser a melhor forma de perpetuar a espécie. Inúmeras pesquisas realizadas nos mais diversos campos da medicina já comprovaram que o ato traz melhorias para a pele, para a autoestima e para o sistema cardiovascular.

Os benefícios de ser feio

2020.01.08 01:29 MinistroPauloCats Os benefícios de ser feio

Todos querem ter uma ótima aparência boa, provavelmente pela maior aceitação social, sucesso na carreira ou seleção de parceiros, mas parecer bonito nem sempre é o melhor. Ser feio tem um lado positivo, por incrível que pareça.

Quatro benefícios de ser feio

Há uma expressão que vem sendo usada recentemente - "looks maxing" - que significa maximizar sua aparência. Embora não haja nada de errado em melhorar sua aparência física, essa busca reflete o tipo de sociedade em que vivemos. Tudo gira em torno das coisas visíveis e exteriores. Buscar um corte de cabelo, perder peso ou vestir roupas bonitas podem ajudar você a melhorar, mas algumas pessoas continuarão feias não importa o que elas façam.
Mas existem alguns grandes benefícios quando as pessoas não são fisicamente atraídas por você - estou usando a segunda pessoa do singular não para chamá-lo(a) de feio, mas para melhor explicar o seguinte:

Vou contar uma estória do Taoismo como exemplo: há muito tempo atrás na China havia uma árvore torta. Ela era tão deformada e feia que nenhum lenhador ficou interessado em cortá-la. No entanto, as árvores retas eram cortadas constantemente porque eram consideradas ideais para transformar em tábuas. Então a feiúra da árvore garantiu sua sobrevivência durante tanto tempo que as pessoas passaram a notar sua presença e forma especial e ela acabou sendo declarada sagrada.
Quando você é feio(a), seu caminho na vida não vai ser o mesmo que os bonitões ou lindonas que eram os mais populares na escola graças à sua genética. Mas você deve ser grato(a) por isso.
A vida emocional de uma lindona pode ser uma sucessão de bad boys que só "gostaram" dela por causa da aparência.
Um bonitão pode ter se tornado um viciado em sexo, álcool e drogas por causa de toda a atenção feminina que ele recebeu, sem nunca ter tido incentivo para fazer algo a mais em sua vida. Ele também pode ter engravidado uma mulher que não passava de um encontro casual.
Então se você é feio, está praticamente livre dessa miséria, então seja feliz por isso.

Se você não é dotado de aparência, isso é uma ótima oportunidade para trabalhar em outros aspectos de si mesmo. Um desses aspectos é a personalidade. Pessoas feias podem ser pessoas carismáticas.
Bondade, humor, inteligência, saber se expressar bem - essas são características valiosas que você pode desenvolver. No final, uma pessoa gentil, honesta e sincera é muito mais apreciada do que uma pessoa que parece bonita, mas é uma completa idiota.
Outra grande coisa é que as pessoas que gostam de você, que querem se associar com você, estão fazendo isso por causa de sua personalidade.
Pessoas populares e bonitas são frequentemente usadas ​​e abusadas ​​devido ao status social. As pessoas querem ser vistas com pessoas bonitas porque isso aumenta seu prestígio.
Alguns grupos de pessoas, especialmente as que postam muito nas mídias sociais são inteiramente baseados na aparência. Na realidade eles podem até se odiar, mas isso não importa muito para eles, desde que eles fiquem bem quando juntos no Facebook ou no Instagram. É uma existência rasa.
Você, por outro lado, fica muito mais propenso a ter amizades profundas e significativas, que não giram em torno de tais aspectos superficiais, como o jeito do seu rosto ou o tamanho de seus músculos ou se sua bolsa combina com sua jaqueta.

Pessoas bonitas ficam ocupadas o tempo todo porque todo mundo quer ser visto com elas. São bombardeados com mensagens de Whatsapp e telefonemas. Isso pode ser desgastante. Uma mulher bonita pode combinar com praticamente qualquer cara no Tinder e em aplicativos de namoro. Um cara bonito pode estar na mesma situação. Mas geralmente ambos têm uma lista de candidatos(as) que ele tendem a querer atender o tempo todo.
Isso pode parecer muito bom, mas existe algo chamado "o paradoxo das escolhas". Quando há muitas escolhas, você acaba tendo ansiedade e indecisão.
Mas quando você é feio, é muito provável que sua escolha de parceiro(a) seja limitada e seu telefone não fica tocando o tempo todo. Isso é ótimo porque isso significa que você tem muito tempo livre, você pode aprender a tocar um instrumento, desenvolver um negócio ou escrever um livro, fazendo um bom uso dele.

Você acha que Mark Zuckerberg é um supermodelo? Que tal Elon Musk? Elon Musk parece bom agora, mas se você olhar uma foto dele quando ele era mais jovem...
Imagine Elon e Mark se fossem bonitos quando eram garotos, você acha que eles iriam criar o Facebook e a Tesla? Eles estariam muito ocupados com garotas.
Ser feio pode ser uma força motriz para o sucesso e, se você não conseguir encontrar um parceiro por causa de sua aparência, pode usar essa frustração como combustível para alcançar sua grandeza.
Essa grandeza é mais do que sucesso financeiro, você também pode ser grande em virtude. A ciência já provou que a generosidade faz as pessoas felizes e há até freiras e monges que são exemplos excelentes disso.
Então você não precisa ser bonita ou bonito, mas pode viver uma vida boa sendo bom, feliz e humilde.
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2019.08.31 08:49 taish Minha experiência com SRS, parte 3: o primeiro mês de recuperação

Essa é a parte 3 de ?, sem periodicidade definida. A parte 2, sobre a cirurgia e o dias no hospital está aqui. A parte 1 vem em seguida.
Este, como qualquer relato, se refere à minha experiência, com o meu cirurgião, nas minhas circunstâncias de saúde, anatomia, etc, e não é de nenhuma forma uma narrativa universal.
Passa voando! Céus. Completei um mês de cirurgia na quinta passada, e já vou fechando a quinta semana de recuperação. Vai indo tudo bem! Antes da operação, tinha muita preocupação sobre tudo que podia acontecer, as dúvidas que teria, os fluidos e sangramentos e etc. Sorte ou o que for, vai sendo tudo muito dentro dos conformes, talvez exceto uma parte. Também ajudou que tive várias consultas nas primeiras semanas, que me tranquilizaram e serviram pra tirar dúvidas. Mas vamos cronologicamente. A constar: o cirurgião exige que se fique ~3 semanas na cidade onde foi realizado o procedimento; acabei ficando 25 dias. Achei bastante bom, sabe. Ficar longe de casa, fazer tudo diferente, entrar meio na vibe férias (ainda que eu tenha começado a trabalhar remoto quando me senti mais firmezinha). Aluguei um BnB espaçoso pra dar conforto pra mim e minha mãe, e valeu cada centavo o investimento.
Depois de passar 5 dias no hospital, fui pra casa no fim de semana. QUE diferença. O hospital foi super ok em diversos níveis mas nada como estar num lugar confortável. Ir pra uma cama de casal grande melhorou minha qualidade de vida em muitos mil porcentos. Pude dormir! Esticar as pernas na cama! Aaah. Minha mãe esteve me acompanhando a ainda tive uma tia querida como bônus help por vários dias. Nos primeiros dias basicamente não saí da cama; só caminhadinhas curtas, pra esticar as pernas e ir ao banheiro esvaziar a bolsa da sonda. Nessas alturas meu eu preguiçoso tava achando a função ótima, prático não ter que ir ao banheiro seguido naquele estado de mobilidade precária — lembrando que é preciso caminhar a meios passos e de pernas bem abertas. Tivemos de ficar de olho, a cama era baixa e seguido o catéter não funcionava, mas demos jeitinhos. (Uma noite em especial ele parou de receber o xixi, acordei com a bexiga cheia. Bastou ficar em pé pra descer tudo e ENCHER a bolsa e mais 1/3. Quase divertido. Eu não sentia nada, só no visual mesmo.) Alimentação era ainda líquidos pastosos. No dia seguinte meu intestino funcionou, alegrias gerais (porque é sinal de que tá tudo bem nessa parte). Tava razoavelmente tensa com a expectativa desse momento mas foi tranqs (não pode fazer força, tem que deixar rolar ao natural). Aliás, sentar no vaso sanitário é (e continua sendo) uma glória, porque é o único momento onde dá pra sentar mesmo, normalmente, de boas, já que a parte operada fica 'em suspenso'. De resto, só sentando na "ponta" da bunda, o que é péssimo porque não dá pra apoiar o peso do corpo, e a gente desliza e fica meio deitada. Nesses dias comecei a rotina de limpar os pontos 3x ao dia. Muita, muita compressa se usa: água oxigenada, depois iodo, depois seca bem; de boas. Segui com zero dor, apesar de que claro, às vezes ao tocar tava tudo meio sensível, mas um incômodo intermitente suportável. No dia seguinte encarei um banho. Delícia, apesar de estar meio nervosa de ficar tanto tempo em pé; mas foi tudo bem. No outro dia ousei lavar o cabelo, rapidinho, sem muita invenção. ESSE SIM foi o alívio. Uma semana sem lavar e eu tava me sentindo mais suja por causa do cabelo do que o corpo. Haha.
Na terça tive a primeira consulta pós-operatória. Fomos de Uber até a clínica. Uma função: ir no banco da frente, apoiada/'sentada' no cóccix, banco reclinado, basicamente deitada e tentando manter as pernas mais abertas possíveis. Cena se repetiria várias vezes (e ainda, mas agora faço a função no banco de trás mesmo). Chato, mas bora. (Motoristas mega pacientes e atenciosos em Floripa, agradeci.) Sala de espera preferi ficar em pé, segurando minha bolsa de xixi, bem bela e natural. Encontrei uma menina que fez a cirurgia no dia seguinte depois de mim. Trocamos as mesmas impressões: inferno de não dormir no hospital, mas as duas surpresas por não sentir nenhuma dor. Ela havia desmaiado num dos dias em casa, no entanto, e tava meio assustada de se movimentar. Eu não passei por nada parecido, por sorte. Consulta em si: limpezas de praxe, e remoção do catéter. Medinho define, mas não chegou a ser dor; uma sensação de queimação e de estar, ahem, me mijando perna abaixo. Mas durou uns cinco segundos. (Foi meio sem aviso e eu sobressaltada com o ardor súbito perguntei sem articular direito "Uh, tem alguma coisa acontecendo?", e o cirurgião meio "Duh, tô tirando a sonda".) Conversinhas e, como meu intestino tava funcionando, fui liberada pra comer quase normal, evitando lactose (pode dar diarréia com os antibióticos, e ter que levantar correndo nem pensar), coisas difíceis de digerir e cortando carne pequeninho; muitos hoorays. Orientação de comer muita proteína, me passaram umas vitaminas também, e um remédio pra evitar ardência na uretra, mas que na real nunca cheguei a sentir. Pra ir embora pra casa, só depois de fazer xixi, pra confirmar que tava tudo certo. Desci de volta pra sala de espera, tomei uns seis copos d'água, esperei uns minutinhos e me fui ao banheiro. Sentei e nem demorou, já desceu um xixi meio tímido, ardidinho só no começo pela retirada da sonda. Me botei a chorar emocionada no banheiro da clínica, óbvio. Chegando em casa fiz outro xixizão, bem feliz. É legal pra caramba fazer xixi sem disforia! Chato é a bagunça: como a uretra tá no meio dos lábios inchadões, é um spray que molha bunda, coxa, tudo que tiver no caminho — tem que cuidar e ver se não tá saindo pra fora do vaso, inclusive. Lencinho íntimo umedecido pra limpar é um must. Também é divertido descobrir que muda a sensação de bexiga cheia; aquela coisa meio aperto na uretra agora é "dentro", mais atrás, e não mais na ponta de um treco. E é menos forte e agressiva, apesar de certamente fazer pressão e não restar dúvida do tenho que ir. Descobertas. Comemorei 12 dias sem me alimentar como gente pedindo um hamburguer com batata rústica. Finalmente mastigar outra vez: mui bueno.
Os dias seguintes foram de começar a ficar mais móvel, já que ter que levantar pra ir ao banheiro tipo cada 3 horas. Mas sem muita agitação também. Sair e voltar da cama que é chato, todo um arrastar as costas, depois o púbis, e assim vai indo pra ponta da cama, baixa uma perna, gira o corpo pra ficar na transversal da cama, baixa a outra, desliza até apoiar o cóccix pra sentar, aí levantar... ai, demora. Mas, né. Processos. Umas dorzinhas aleatórias aumentaram de frequência; vem tipo uma pontada e aaaaAAAAA e passa. É normal da cicatrização e os nervos se reconectando. Ás vezes é um choque. (Exatamente como se fosse um choque. É mais susto que dor. E bom sinal. Haha.) Sexta tive nova consulta; aulinha e primeira dilatação, e fui liberada pra comer normalmente. Sempre tirar várias dúvidas, fazer perguntas etc. Chegando em casa de volta, fiz a primeira sessão de dilatação, sem muitos percalços; narrei esse evento aqui. Fui liberada pra lavar a vagina no banho — sem ducha, só por fora mesmo. EMOÇÃO. Mais choro. Até então não estava tocando a área no banho; passar os dedos e sentir o contorno certo é, bah. Tive várias sensações loucamente boas desde a cirurgia, essa foi uma delas.
A partir daí, os dias começam a ficar mais rotineiros. Já tava craque de limpar os pontos. A partir do terceiro dia já não via mais pontinhos de sangue no dilatador, o que me deixou bem feliz. Transição pro dilatador 4 foi bem de boas; um tantinho de desconforto no começo ao passar pela musculatura, mas nada muito extra. Também me sentindo mais segura nas manobras de levantar e deitar, e já dando passeinhos pela casa, indo pra sacada tomar sol. Liguei pra um salão que tinha bem pertinho e chamei uma manicure pra me fazer as mãos a domicílio. No meio da segunda semana passei a habitar o sofá da sala, e logo a equilibrar o notebook na barriga pra fazer coisas da faculdade e, na segunda seguinte, começar a trabalhar. Tive consulta na quinta, liberada pra ficar mais tempo em pé, comecei a lavar louça, arrumar minha cama, dispensar um pouco minha mãe de ficar na minha volta, porque olha, paparico é bom mas chega uma hora que URGH fazer as coisas por mim mesma alôooou. Nesse ponto a vibe é mais descanso que qualquer outra coisa, tava me sentindo bem e forte, e também mais confiante -- no começo a gente fica super insegura de qualquer coisa, fazer esforço, se mexer errado, mas aos poucos vai ganhando terreno.
Se por um lado o descanso é bom e absolutamente necessário, é também a parte complicada desses dias. Apesar de ter feito a cirurgia mais simbólica, ia sentindo minha feminilidade escorrer de mim, passando o tempo na horizontal, presa em casa de moletom largão, andando de perna aberta, vazando fluidos, tendo que comer deitada, sendo inútil. E sem poder pensar em sexo (literalmente, não pode nem pensar; todo um lado de sensualidade e fantasia que tem que ficar desligado. Não que eu tivesse que segurar lá muita vontade, tipo, nenhum desejo de me tocar, por exemplo -- que nem posso, e nem tenho onde, porque o clitóris ainda tá escondido atrás dos grandes lábios inchados. Mas a sensação de liberdade, de conquista, de desejo de ir pra vida, estar confortável com o corpo, tudo isso é sensual, excitante — e a sensação de sangue afluindo ao local, ainda que eu não permita a excitação se estabelecer, é inconfundível. Daí tem que pensar nas avós mortas pra cortar embalinho.). Sei que foi me crescendo uma ansiedade, vontade de ir pro mundo, estar pronta, e ir percebendo que olha, vai levar um tempinho pra isso acontecer. Ter que esperar 20 dias pra poder voltar a tomar hormônios também não ajudou; eu tava subindo pelas paredes, já. Então tem que ter em mente que esses dias cobram um preço; apesar de estar me sentindo bem, o corpo tá passando por processos internos bem significativos, e isso também mexe no equilíbrio da gente. E apesar dos momentos de emoção que narrei, me impressionou que o sentimento maior é de normalidade. Pra mim tem sido muito corrigir o que tava errado, e chegar no zero; ficar sem disforia genital é, pqp, incrível, mas no geral é só conceitualmente incrível; no dia a dia, não é eufórico, simplesmente não é nada. A naturalidade tem sido espantosa. Tô ali dilatando com uma mão, com a outra no celular lendo reddit, como se nada tivesse acontecendo. Tipo meeeeeeu, tu tá colocando coisas dentro da tua vagina! REALIZA o que isso significa, o quanto tu suou, chorou e sonhou pra chegar até aqui. Mas na real tem sido isso, conquistar a normalidade. E é maravilhoso mas é engraçado, não que eu esperasse viver eufórica, mas não sei, talvez com o desejo todo, a coisa se pintasse meio assim em algum nível menos consciente. Não tô nem um pouco desapontada; talvez surpresa em como, muito muito rapidamente, ter uma vagina ficou absolutamente normal. Se eu olho pra trás, até o hospital, nunca não foi normal. Teoria do mapa neurológico proprioceptivo do corpo correto em pessoas trans: boto fé e assino embaixo.
Depois de 25 dias, voltei pra casa. Bem mal-ajeitada na cadeira durante o vôo, mas pelo menos foi rapidinho. Aqui, nada de muito diferente de lá; agora mais dos dias deitada diante do meu computador, num arranjo de cadeira e gavetas pra fazer uma quase-cama péssima, mas pelo menos eu consigo usar meu desktop (odeio notebook, nosssssa, ficar semanas usando touchpad quase acabou comigo). A partir da 3a semana, liberada pra um esquema tipo 2 horas de atividade em pé, 2 horas deitada; acaba não sendo bem isso, mas dá uma ideia de equilíbrio das coisas. Na quinta, exatamente um mês, e uma semana atrasada, finalmente consegui passar pro dilatador 5; o monstro (3,1 x 13,2; ainda tem um ogro n° 6 de 4 x 15) entrava no canal razoavelmente de boas, mas passar pela musculatura, no way (e eu meio medrosa de forçar). Na quinta meio que entendi a manha; empurra 1 ou 2cm, espera passar o desconforto, volta, empurra mais uns centímetros, espera, repete. Demorei uma vida, mas aí finalmente consegui colocar por completo, comemoraçãozinha. Hoje já foi um pouco mais rápido, então tô sacando como vai ser essa adaptação, e tô mais confiante. Sexta que vem tenho consulta de 6 semanas (menos 3 dias, mas ok), e em seguida volto ao trabalho. Ainda não vou estar liberada pra andasentar que nem gente, acho que só aos 3 meses; inchaço ainda é significativo, embora a diferença seja bem perceptível. Pontos vão caindo/sumindo, vou percebendo melhor minha cicatriz (que é diferente, aliás; ao invés do "V" usual, é uma só, linha reta por uns 4 dedos acima da vagina). Vem sendo esse mistão de sensações: tem horas que é insuportável não poder me mexer direito nem sentaaaaar, e ter que andar feito caubói, e eu não me aguento de ansiedade de querer estar pronta pra fazer tudo que quero fazer; outras horas é a paciência e o ok, as coisas estão indo bem, segura o tchan; e outras que bate a euforiazinha por um motivo ou outro. Essa semana saí com uma legging cinza e me olhar no espelho foi completa magia — nunca consegui usar legging antes da cirurgia porque não me sentia confiante, mesmo com tuck no máximo. Dessa vez me preocupei se tinha algo aparecendo demais no meio das pernas, mas era finalmente a preocupação certa. Outra legal foi, deitada na minha cama, onde tem memórias de uma vida inteira, simplesmente colocar a mão no púbis e... não sentir nada ali; a ausência da coisa errada. Espasmos e risinhos literalmente inevitáveis de euforia, o cérebro ali registrando a sensação nova e certa. É mesmo tipo isso: um mix de normal e ansioso com delicinhas salpicadas. Mesmo quando tá normal/ansioso dá pra acionar a parte boa, é só pensar conscientemente como eu estou, genitalmente. Vem o sorriso inescapável e a satisfação. Claro, quero mais: tá faltando muito, ainda, pra estar normal, e nem me conheço por completo ainda. Mas cada dia, cada semana, vou ficando mais próxima. Não vejo a hora!
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2016.10.27 05:09 elmen0987 Estoy que recaigo

Buenas, mi situación es esta, estoy en el reto del NO Fap, estoy bastante comprometido luego de muchas recaídas... y actualmente llevo casi 70 días sin PMO, durante el proceso tuve bastantes momentos de riesgo de caer, ví imágenes eróticas como en el día 30 con mujeres desnudas, y como en el día 40 me topé accidentalmente con fotos de mujeres en internet mostrando solo sus tetas, en fin, que al principio de los 20 días, fue jodido, fue una prueba bastante dura que puso al límite mi fuerza de voluntad, y en los días específicos que les conté, sobretodo, en los demás días todo fue en píloto automático, quité los hábitos que me permitían ver mujeres desnudas, dejar de seguir canales en las redes sociales, no entrar en canales de mujeres desnudas ni nada de eso, para poco a poco no ver nada y centrarme en otras cosas, me siento mucho más enfocado y capaz de hacer las cosas, más disciplinado, pero la situación que tengo ahora es que hoy día 69 de 90-120 que quiero llegar (porque tuve disfunción erectil y eyaculación retardada un tiempo) siento unas ganas tremendas de recaer, solo al tocarme es como si estuviera a punto de eyacular, las ganas son tremendas, si llego solo a ver solo una mujer semi desnuda tendría un 95% de probabilidades de recaer pero obviamente ya me he mantenido enfocado en otras cosas, más o menos esas sensaciones pueden durar 1-2 horas y luego se van, pero esta es muy intensa, y si lo dejo de hacer seguro siento un blue balls (dolor en los huevos), y en fin, que esto reta a mi fuerza de voluntad al máximo y quiero llegar al día 90 como mínimo e ideal a los 120, para después no ver porno, ni masturbarme (solo sexo real) a ver que tal, lo normal que hago cuando tengo ganas es caminar, pero luego me aburro, porque la sensación no se va enseguida, pero en fin, tu propia mente te engaña, ya no puedes racionalizar, tu propia mente te obliga en forma de placer, y la fuerza de voluntad casi no existe, así que... por qué día van? les recuerdo que la clave es no sentir esa sensación y evitarla al máximo, ya que se vuelve una especie de hábito y la sensación la dejas de sentir hasta que tengas cualquier tipo de estímulo placentero
PD: Tuve un sueño humedo mientras dormía como al día 50 con eyaculación y eso es todo, no lo tomé como recaida PD2: hoy fumé weed, y el estado de relajación intensa que genera me exita más
Estoy en modo guerrero dejando todo de golpe porque creánme llevo ya 2 años intentándolo dejar y la puta disfunción erectil fue lo que me hizo dejar esto, sino nunca lo fuera hecho...
La clave es solo centrarse en sexo real, pero ahora mismo ando sin ningún tipo de estímulo, y bueno, ustedes que opinan, que consejos dan, cuál es su situación?? les agradecería saberlo, así nos podemos ayudar entre todos
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2015.08.14 03:23 charlipalacios **APERTURA DE DEBATE. CÓMO LEGISLAR SOBRE LA PROSTITUCIÓN NO FORZADA. PUNTUALIZACIONES ECONÓMICAS, JURÍDICAS Y LABORALES.**

Independientemente de que se pueda compartir o no el sentido de las propuestas que siguen, la intención de este documento es plantear la necesidad de apertura del debate sobre esta realidad social
La existencia de la prostitución es una realidad social perceptible e innegable, sobre la que sin embargo existe un gran desconocimiento, y una tendencia a tratar el tema desde la generalidad y sobre todo, desde la ideología y el juicio moral.
Se incurre además en exceso en la generalización de que todo tipo de prostitución es asimilable a la esclavitud sexual, mezclando los conceptos de trata y prostitución voluntaria, que deben separarse necesariamente, pues tienen definiciones, causas y soluciones diferentes.
Existen varias filosofías a la hora de legislar sobre la prostitución. El abolicionismo (Suecia), el prohibicionismo (USA, Canadá, Tailandia, Inglaterra, Francia,…), la tolerancia o despenalización (España), y el regulacionismo (Ecuador, Alemania, Austria, Suíza, Holanda). En general, el resultado de las tres primeras conduce a la clandestinización generalizada de la actividad, poniendo la misma en bandeja a las mafias, y empeorando las condiciones de trabajo, además de negar derecho alguno a las personas que ejercen la prostitución voluntaria. El regulacionismo, viene por otro lado dictado generalmente no desde los intereses de los trabajadores sexuales, sino desde visiones que buscan un control no laboral, sino más bien penal y policial que aleje y confine a determinados espacios una actividad incómoda y denostada. Todas estas filosofías son además acompañadas por unas legislaciones de extranjería que bloquean la mayoría de los aspectos positivos o de mejora que se puedan plantear, pues es más que evidente que el factor inmigración está poderosamente ligado a la actividad.
La prostitución está de facto regulada en España, desde la perspectiva jurídica, existiendo sentencias judiciales que concluyen que la misma es una actividad lícita, y por tanto, es válido su ejercicio en el marco del ordenamiento jurídico.
Es desde la perspectiva del estado social, donde se encuentra una falta de regulación y previsión legislativa y normativa. El estado niega la ciudadanía laboral a las personas que ejercen la prostitución voluntaria impidiendo el reconocimiento de su existencia como sujeto de derechos.
Propuestas
  1. Persecución efectiva de la trata de seres humanos, sexual y no sexual, diferenciando ésta del ejercicio de prostitución voluntaria.
  2. Reconocimiento desde el estado de la prostitución voluntaria como forma de trabajo y actividad económica legítima, como plantean ya distintas sentencias judiciales españolas y europeas.
  3. Consideración de las personas que ejercen la prostitución voluntaria como sujetos con derechos sociales y laborales.
  4. Estudio y debate de fórmulas para legislación y regulación de la prostitución voluntaria enfocada en los intereses de los trabajadores y en la actividad desde el marco laboral, no desde el Código Penal, incluyendo necesariamente en el proceso al colectivo de trabajadores sexuales.
  5. Modalidad de trabajo por cuenta propia: desarrollar regulación específica que determine la inclusión expresa de este colectivo en el ámbito de aplicación del Régimen Especial de la Seguridad Social de los Trabajadores Autónomos (RETA).
  6. Modalidad de trabajo por cuenta ajena: revisar el artículo 188 del Código Penal, el cual considera que incurre en un delito quien se lucra explotando la prostitución de otra persona, aunque sea con su consentimiento. Dicha formulación es un obstáculo que hace imposible regular la prostitución ejercida por cuenta ajena, pues no es posible hablar de una relación laboral de prostitución. Establecer mecanismos para que se implante alguna fórmula de relación laboral de carácter especial de manera que se garanticen condiciones y horarios aceptables, los derechos de las trabajadoras sexuales y la capacidad de negociación y de autonomía en el ejercicio.
  7. Modificar la legislación sobre extranjería, pues bloquea la posibilidad de una gran mayoría de trabajadoras sexuales de adquirir situación regular y derechos laborales.
  8. Campañas de sensibilización dirigidas a la desestigmatización del ejercicio de la prostitución. Significación sobre la consideración de la existencia de prácticas de riesgo y no grupos de riesgo, concepto discriminatorio y vejatorio.
  9. Destino de recursos económicos a políticas de empleo y formación para aquellas personas que deseen abandonar la prostitución.
  10. Dar preferencia a la actividad realizada por cuenta propia o a los locales o fórmulas autogestionados frente a las fórmulas empresariales o patronales y fomentar el asociacionismo o cooperativismo.
DOCUMENTACIÓN Y ENLACES DE INTERÉS
___INFORME GRETA (2013) http://www.colectivohetaira.org/web/images/docs/gretat2013.pdf
___Impacto de una posible normalizacion profesional de la prostitución en la viabilidad y sostenibilidad futura del sistema de pensiones de protección social. Informe de ESCODE (Estudios y Cooperación para el Desarrollo) Investigación financiada por el Ministerio deTrabajo y Asuntos Sociales, 2006. http://www.colectivohetaira.org/web/images/docs/impacto.pdf
___Las trabajadoras del sexo como sujeto de derechos http://www.colectivohetaira.org/web/images/docs/carta_organizaciones.pdf
___Ordenanzas municipales y prostitución http://www.feministas.org/IMG/pdf/ordenanzas_Silvi.pdf
___Informe emitido el 9 de marzo de 2011 sobre los anuncios de contenido sexual y prostitución en prensa. http://www.colectivohetaira.org/web/images/docs/anuncios%20de%20contenido%20sexual%20y%20prostitucion%20en%20prensa.pdf
___Una aproximación, desde la perspectiva jurídico-laboral, a la regulación de la prostitución. Carolina Gala Durán http://www.pensamientocritico.org/cargal0408.html
___Mujeres inmigrantes y prostitución. Cristina Garaizabal http://www.colectivohetaira.org/web/documentos/257-mujeres-inmigrantes-y-prostitucion.html
___Derechos de Ciudadanía para las Trabajadoras y Trabajadores del Sexo. Jornada organizada por Comisiones Obreras. Consejo Económico y Social. Madrid, 26 de mayo de 2005. Purificación Gutierrez, Carolina hernandez y Concha García. http://www.colectivohetaira.org/web/documentos/261-derechos-de-ciudadania-para-las-trabajadoras-y-trabajadores-del-sexo.html
___El modelo Sueco o cómo vendernos la moto del abolicionismo https://elestantedelaciti.wordpress.com/2012/04/25/la-ley-sueca-de-penalizacion-de-los-clientes-un-experimento-fracasado-de-ingenieria-social/
___10 razones a favor de la legalización http://www.cronicasdeunmundofeliz.com/2010/07/10-razones-favor-de-la-legalizacion-de.html
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