Como saber se alguém gosta de você psicologia

Portanto, se você quiser saber se realmente gosta de alguém que não conhece, tenho que lhe dizer que você não pode saber realmente até conhecê-lo. Nem o que eles dizem sobre essa pessoa, nem o que você acha que vê, garantirá que seja realmente como você o/a percebe. 11 truques da psicologia para fazer qualquer um gostar de você Um compilado de dicas científicas (e GIFs fofinhos) para você que quer ser incondicionalmente amado, idolatrado, salve, salve. Perguntas para saber se uma pessoa gosta de você. Abaixo, você pode encontrar várias perguntas para descobrir se alguém gosta de você; Não é um sistema perfeito, mas ajuda a conhecer aproximadamente a atitude da outra pessoa em relação a nós.Se a resposta for positiva, é muito possível que exista atração. Se uma mulher está afim de você, a linguagem corporal e os gestos dela podem revelar isso mesmo e, para saber, você só precisa observar. Nesse artigo de Psicologia-Online, te explicamos como saber se ela está afim com os sinais mais habituais e reveladores. Como Saber se Alguém Gosta de Você. Não existe uma fórmula mágica para saber se alguém gosta de você. Afinal, isso varia muito de pessoa para pessoa. Cada um demonstra suas emoções de forma diferente. Com tantas histórias e filmes de... Se você acabou de mudar de cidade e não tem amigos, é provável que só queira uma companhia. Para combater essa sensação, aprenda a apreciar a solidão. Muitas vezes, essa é a melhor maneira de descobrir se você gosta de alguém, pois só assim dá para saber como é estar sem a pessoa. Se essa pessoa realmente gosta de você de modo mais profundo e de um modo mais emocional e o terceiro sinal que indica se alguém realmente gosta de você. Assista agora meu treinamento gratuito exclusivo onde mostro 3 passos simples que você pode usar para fazer alguém se apaixonar por você durante uma simples conversa → Clique aqui Se você quer fazer Psicologia, esse é o meu recado final: tire a Psicologia de dentro da caixinha dela. Nós, futuros jovens psicólogos, vivemos nesse mundo maluco da conectividade desde crianças. Considerações finais: Como saber se ele gosta de mim? No texto de hoje, você aprendeu a identificar “como saber se ele gosta de mim“. Se você é alguém que sabe se comunicar, já percebeu que conseguirá a resposta para essa pergunta facilmente. Não garantimos que você vai gostar, mas pelo menos vai ficar sabendo da verdade. Perguntas para saber se uma pessoa gosta de você. Você pode encontrar abaixo várias perguntas para saber se alguém gosta de você; Não é um sistema perfeito, mas ajuda a conhecer a atitude da outra pessoa em relação a nós, de uma forma aproximada. Se a resposta for positiva, é muito possível que haja atração.

Nunca imaginei que viria escrever algo aqui mas dessa vez, cheguei no meu limite...

2020.01.15 05:35 kingsvell Nunca imaginei que viria escrever algo aqui mas dessa vez, cheguei no meu limite...

Então, desde ja começo pedindo desculpas pelos palavrões e pela forma que vou escrever, provavelmente com muitos erros de português pois escrevo isso com muito ódio e muita tristeza em mim...
Assim, sei que vou ser julgado aqui, mas antes que me julguem, deixa que eu faço o trabalho pra vocês, vai ser mais fácil: Eu sou literalmente UM BOSTA inutil. Eu tenho 29 anos e estou pra completar 30 esse ano, estou numa fase terrivel no qual eu não consigo um emprego tem mais de 7 anos, o último emprego que eu tive foi um "estágio" no qual fui tratado por quem me contratou da forma mais escrota possível.
O que eu mais desejo na minha vida era poder sair da casa de meus pais mas, infelizmente, meu fracasso é tão grande, mas tão grande que eu ja não sei mais o que fazer. Sou formado em Publicidade e propaganda em bsb e no meu ultimo ano de faculdade, basicamente, todas as agencias fecharam pois só existiam escritórios aqui para fazer licitação pq a legislação obriga. Pedi, basicamente, de joelhos a uma "amiga" influente daqui pra me ajudar e nada aconteceu. Mandei meu CV pra ela e eu acredito que ela simplesmente cagou pra mim.
Tentei fazer bico de Uber ano passado porém eu achei aquilo tamanha humilhação no qual não dei conta é basicamente um trabalho escravo e a população faz seu carro de lata de lixo. Se eu consegui fazer 100 reais liquido foi muito! Resultado: Fudi (no sentido de desgaste, depreciação mesmo, nada sério) com o carro que por sinal era de minha mãe, minha mãe não podia saber na época pois tinha tido um AVC e hoje quem acabou cuidando dela sou eu (não tenho do que reclamar disso, mas eu ja não tenho tempo pra mim, pra fazer as pouquissimas coisas que eu gosto pois tbm tenho uma namorada no qual me consome demais, mas não venho aqui reclamar dela.).
Muitas das responsabilidades de casa ficaram sobre minhas costas ja que antes minha mãe fazia tudo aqui em casa. Eu tenho um irmão porém ele trabalha loucamente e é extremamente na dele. Ficaria extremamente feliz se ele ajudasse mais dentro de casa, mas a única pessoa que ele ajuda é a namorada dele que ele trouxe da pqp pra morar aqui e ela ja não ajuda muito aqui em casa e acabou que tirou boa parte de minha privacidade.
Dado um pouco de contexto venho aqui mostrar o porque que eu sou um bosta: Nada adianta você tentar agradar todo mundo que todo mundo pisa em ti. Tentei seguir na carreira de fotografia porém me fudi, sou realmente muito bom mas depois de um certo tempo percebi que não tem como competir com o povo do ramo pois eles fazem questão de te FUDER de verde e amarelo OU quem procura um trabalho de fotografia sempre vai ter um sobrinho pra fazer. Tentei juntar minha formação com a fotografia e também deu errado, apliquei mais de 10 fucking vezes a um dos studios que fazia trabalhos para Caixa, BB e etc, o filha da puta me chamava só pra trocar uma idéia sobre equipamentos e me dispensava. Desisti de tudo e tentei seguir carreira na aviação, coisa básica mesmo, atendimento ao cliente, recepção o que esses agentes de aeroporto fazem, porém, não sei porque, ja tentei mandar currículo escrito que eu tinha ensino médio completo, ensino superior completo, mas, com apenas 3 porras de cias aéreas nessa merda de país fica foda de conseguir uma bosta de emprego, as vezes parto do pressuposto que alguém com ensino superior não vai aceitar o salario que eles oferecem, mas né, pra quem não ganha bosta nenhuma e é sustentado pelos pais, o melhor a se fazer é ganhar 500 conto pra trabalhar meio periodo, sei lá... Mandado cv pras cias e NADA, nenhuma posição. OU seja, em algum momento da minha vida eu fiz uma cagada absurda que não consigo mais porra nenhuma, saca? É uma frustração do qual não tem tamanho.
Eu sei que tem uma galera numa situação muito pior, uma situação muito escrota mesmo... Eu frequentei o Centro internacional de Reabilitação Sarah Kubitcheck acompanhando minha mãe, não reclamo da minha situação quando eu vejo a galera lá toda lascada... O que eu acho foda, pra mim, é que eu não consigo crescer na minha vida! Eu to pra perder outra namorada porque eu não consigo sair de casa, porque não consigo ajuda-la a pagar as contas dela e até mesmo as minhas!
É uma frustração enorme no qual a única saída que eu vejo é o suicidio mas o bosta aqui nem isso consegue fazer! Ja tentei ligar pro CVV e o que eu sempre recebi era uma ligação caindo do nada ou nunca sendo atendido. Ja tentei 3x, na 3a eu fui internado em uma clinica psiquiatrica (2014). Eu não sou de bsb sou do rio, deixamos tudo para trás, perdi todos os meus amigos, fiquei doente, tentei fazer novas amizades aqui mas pelo visto em bsb ninguém quer ser seu amigo se você é sustentado pelos pais ou não é funcionário público.
Eu tento conversar com meus pais sobre isso, sobre as minhas frustrações e eles acham que é babaquice da minha parte porque eles acham que é o objeto de desejo que causa minhas frustrações e não o "big picture". Eu explico: por exemplo, preciso de dinheiro para comprar algo, seja o que for. Eu ODEIO pedir aos meus pais isso logo eu fico frustrado por conta de não conseguir tal coisa... Aí meu pai fica emputecido por achar que se ele me der tal coisa tudo vai voltar a ser o mar de rosas. Eles não entendem que não é o objeto, o tangível, é o fato de eu não conseguir meios próprios para eu conseguir determinada coisa! Uma viagem, um objeto de valor, qualquer coisa... É uma merda depender deles.
É muito ruim se sentir um bosta, não poder crescer com nada, sentir que todo mundo está crescendo e você ficando pra trás. Eu nunca fui bom em estudar, não sei estudar, não passaria em nenhum concurso público, para vocês terem idéia, meu terceiro ano foi em uma escola que ninguém tava nem aí pra nada, o dono só queria o dinheiro mesmo pois reprovei o segundo ano duas vezes. Meus sonhos, todos, ja foram por agua abaixo. Ja desisti de ser pai pois ja não tenho mais condições fisicas e psicolgicas pra isso, nem financeira, né?
Tentei ao máximo tirar nacionalidade portuguesa pra tentar a vida em outro país, mas o dinheiro acabou e o ânimo também depois de ver relatos que mesmo você tendo a documentação, as pessoas nos outros países vão te ver como lixo. Eu to sem perspectiva de vida NENHUMA.
É dificil lidar com meus pais que não olham o que deveriam olhar pra mim, aceitar uma pessoa que não ajuda em casa e que tá com problemas na familia e nào fazem nada, eu não conseguir um emprego pra poder me virar, ouvir sua namorada o tempo todo falando que você precisa arrumar um emprego que ela ja tá velha e que precisa casar logo, minha mãe que não entende o quão fracassado eu sou que depois de formado (2013) em 2016 eu tentei análise de sistemas, em 2017 eu tentei nutrição e 2018 eu tentei psicologia e todos esses cursos deram errado para mim, fica forçando que eu tenho que achar um emprego, porra meu, se eu não dou certo em bosta nenhuma, vai ajudar ficar forçando isso?
Eu moro numa das piores cidades do DF com relação a fazer amizades. Sou uma pessoa que pensa MUiTO no próximo, que não gosta de incomodar, que trata bem, que respeita, mas na cidade onde eu moro é só bolsominion, é só gente estúpida fazendo estupidez, hoje eu quase fui atropelado porque o babaca entrou na contra-mão. Assim, é um lugar onde o povo só olha pro próprio nariz! Eu não nasci pra essa cidade e eu não nasci pra esse mundo. Eu espero que, daqui a alguns dias eu consiga fazer aquilo que eu mais quero pois eu não estou aguentando mais ter que dividir apartamento com gente que não gosta de mim (namorada do meu irmão), não gosto de ficar dando despezas pra meus pais, me sinto um lixo quando eu peço dinheiro a eles, um homem de 30 anos na cara pedindo dinheiro pra papai e pra mamãe? Eu so um lixo de pessoa... Sei lá.
Se você leu até aqui, cara, tu é muito foda, saiba disso. E desculpe o texto grande e bagunçado, é uma ilustração de como minha insatisfação com o mundo tá. Eu começo um assunto que vai puxando o outro nada a ver e que depois volta. Sei lá. Terapia é uma coisa que não funciona pra mim, pois desde a época que eu fui internado, ja passei por mais de 10 psicologos e nada. NADA. Hoje eu tomei uma decisão de simplesmente sumir. Apaguei todas as minhas contas em rede social com exceção da bosta do facebook que ainda tem alguns dos meus jogos conectados a ele, vou procurar trocar meus numeros também. Eu nao quero mais ser encontrado (apesar de ninguém me procurar mesmo), e simplesmente conseguir o que eu mais quero que é pular da janela do sexto andar. Pois o inutil, bosta, o escroto (como a namorada do meu irmão me chamou no TT sem eu ter feito NADA a ela e sempre oferecer as coisas a ela), o babaca aqui cansou, saca?
Desculpe pelo texto. Bom dia, galerinha. :)
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2016.10.27 22:27 Lake_Mungo Trechos Gerais

Fragmentos de textos interessantes:
PNL não tem qualquer eficácia comprovada. E terapia eriksoniana é discutida em quase todo mundo como abordagem contestável.
E em geral, cura súbita ou melhora brusca implica em sensibilização, e em grande parte, risco. Serve em casos que o sujeito tem uma autoconfiança mínima, mas a chance de fazer um sujeito tender a um comportamento agressivo qualquer e isso implicar em um novo problema, esse agora, material, é significativa. Existem diversos casos de pessoas que sequer tem repertório verbal pra descrever o problema mas reclamam de "não devia ter feito" alguma coisa.
Emular segurança em uma pessoa é fácil. Controlar as consequências disso é impossível. Se não tivesse motivo pra haver terapia, com certeza, não haveria terapia. E eu bem gostaria que PNL ou módulos motivacionais quaisquer tivessem efeito positivo bom (parece pleonasmo pra quem não é do meio, mas é assim que se fala lol), mas pelo que ando estudando (propensão a risco, recaída e porras assim), todos indícios são de eficácia nula e aumento brusco de comportamentos globais, que em situação de risco ou vulnerabilidade, implicam em uma conduta imprudente por parte do paciente.
Manja aquela de "agora sou o super homem, pode vir qualquer coisa pela minha frente e nada vai me abalar". Bem, nunca ouvi falar de nenhum super-homem na vida real.
 
 
Regressão é coisa de espírita cara, envolve fé. Demanda que tu tenha crença em "vidas passadas" e essas merdas.
Apesar de que uma galerinha segue a tão discutível abordagem Eriksoniana. Hora Médicos (psiquiatras), hora Psicólogos. Nesse caso se restringem a regredir no seu tempo de vida apenas.
Vou tentar me manter resumido: Problemas? Bem, muitos:
  • Teórico/metodológico: Você retorna para fases anteriores da sua vida em geral buscando "fontes", mas tem confiabilidade 0 dos dados (tal como introspecção, os dados são completamente insubstanciais, tendenciosos, discutíveis e impossíveis de serem replicados e nem mesmo reproduzidos).
  • Partindo desse princípio, ok, a abordagem se baseia no "auto conhecimento". Trabalhando conhecimento como uma experiência vívida e consciente. E ela é por algum motivo avaliada de forma inconsciente. Dá pra entender? Tu vai, volta, "relembra", e isso trás algum dado? Provoca alguma mudança? Dafuc.
  • Onde diabos fica a memória do sujeito? Ele tem diversas memórias que acompanham diferentes idades? Memória é um campo complicado, mas ela costuma se fragmentar em diferentes aspectos (difícil montar cenas inteiras, sentimentos, todas percepções de um momento muito antigo), e mesmo assim, ela teve validade para aquele momento em específico. Você cresce, as variáveis mudam, e aquele momento em si não tem influência direta com quem você é hoje além do simbólico. Abordagens que trabalham simbolismo vão considerar isso como variável, mas ainda assim, partindo do princípio de uma memória induzida? Sem confiabilidade? Você pode simplesmente produzir um estado ou até mesmo uma consciência por via da sugestão (sugestionamento).
Esses problemas são os que inviabilizam pra mim o método cientificamente. Não são críticas minhas, são provenientes principalmente da área médica-comportamental, lógico. Mas isso é praticamente um consenso hoje em dia na ciência simplesmente porque consideram avanços científicos e metodológicos. Inclusive a psicanálise e as áreas humanísticas da psicologia costumam recusar métodos como de hipnose, e nunca aceitaram PNL.
Se quiserem (se acharem que vem ao caso), eu falo o que controla motivação, e como eu lido com o conceito e descrevo como ela pode ser treinada ou desenvolvida, como preferirem chamar. Com esses programas ai de PNL ou qualquer outra abordagem motivacional, você consegue resultados sim. Não é em todas pessoas, não é em qualquer condição, mas obviamente (vulgo, se tu ler um mínimo de princípios da psicologia) sabe que um dos estados psicológicos mais comuns é o da sugestão. Pessoas com baixa crítica, baixa autonomia, baixa resistência a frustração e principalmente baixo repertório comportamental são EXTREMAMENTE suscetíveis a comportamentos modelo, se tu apresenta um modelo muito claro pra ela, e descreve através de um puta orador, os efeitos são monstruosos.
Manja "receita do sucesso"? Tem muito mais a ver com "Anda filho da puta, faça algo" com "Vai estudar". Caso contrário, não é uma receita, não imediata. Porra, olhando em volta tu percebe uma porrada de pessoa que não "se utiliza do seu potencial", a gente mesmo perde muito tempo com "coisas banais como lazer", ou em pensamentos repetitivos disfuncionais, frustrações, problemas que se consolidam em rotinas. A gente (no geral) tem uma tendência comportamental fortíssima em se acostumar. Nos EUA principalmente essas intervenções motivacionais "funcionam" bastante, mas lá a organização é outra.
Não é tão simples, depende do que tu considera "funcionar". Regressão pra mim é de uma inconsistência teórica monstruosa, e sequer acredito que vivências anteriores controlam comportamento atual (tenho bases mais do que suficientes pra isso, ao ponto de ser banal discutir o contrário).
 
 
Pra início de conversa: Sou psicólogo comportamental, sigo a linha behaviorista radical. A base é biológica e sem influência de outras áreas. A dissociação é importante pra deixar claro que eu não compartilho do paradigma cognitivista o qual é inconsistente (e até paradoxal) teoricamente.
Quanto a emoção: a primeira dissociação importante pra ser evidenciada é que em si, ela é comportamento reflexo (seguindo um sistema respondente pareado ao operante). Isso quer dizer que diante de alguns contingentes ambientais (S), assumimos determinados comportamentos ® e que isso provoca uma consequência ©, que será reforçadora caso a frequência desse comportamento seja aumentada, e punitiva caso esse comportamento tenha frequência reduzida. Esse é o paradigma básico pra qualquer sistema operante.
A emoção e o sistema operante vão compartilhar do mesmo antecedente. O comportamento vai ser controlado em função da consequência do sistema operante, e a emoção será um sistema respondente pareado. A nota imprescindível aqui é: A emoção não provoca comportamento, nem é a resposta operante. Exemplo? Temos medo daquilo que aprendemos a temer, mas podemos lidar com aquilo a partir do momento que nossa aproximação desse comportamento é reforçadora. Caso tenha curiosidade, eu tenho uns capítulos sobre. Mas entende o importante? Emoção é pano de fundo para os comportamentos, são sistemas respondentes e os sentimentos são as descrições atribuídas.
PS: não estou falando sobre mudança de comportamento aqui. Mas se você simplesmente treinar uma pessoa a assumir um comportamento X, você tá expressando um modelo e os problemas seriam decorrências comuns de se seguir apenas modelos. São muitos e tá longe de ser o ideal principalmente quanto a autonomia.
 
Quanto a tendência a se acostumar: Pensa que todos seus comportamentos são como são porque assim foram reforçados e tiveram sua frequência aumentada. Tudo que tu faz tem em geral um modo de ser feito que você identifica como ideal. Pessoas com maior foco em desempenho, estão constantemente reavaliando variáveis de seus comportamentos, e ainda assim, sempre vão visar a maior fonte de reforço possível. Assim que você atingir um nível de reforço satisfatório, o número de comportamentos diferentes desse vai naturalmente ficar bem reduzido. A noção de repertório comportamental é muito próxima de alguns conceitos de personalidade pelo exato mesmo motivo.
Todo novo comportamento implica em sucessivas aproximações de um comportamento que atinja um nível satisfatório de reforço. Aprender tem muito mais a ver com "falhar miseravelmente" do que "fazer direito", porque se tu faz direito da primeira vez, potencialmente tu já sabia fazer e não precisou fazer adequação alguma. De qualquer forma, deu pra entender? Tentar algo novo implica em desafio, frustração e uma expectativa de reforço sempre presente. Em geral, é muito raro tentarmos fazer algo novo sem que exista uma operação estabelecedora em ação. Operação estabelecedora é o conceito utilizado para motivação dentro da psicologia comportamental. Ela é assim chamada porque ela é alguma operação (antecedente ao comportamento) ao qual estabelece um (1) aumento da probabilidade da execução de um comportamento específico (efeito evocativo) e (2) aumento da qualidade reforçadora de alguma consequência (efeito estabelecedor), existem outros 2 efeitos mas eles caem em questões teóricas mais avançadas, de maneira geral basta entender que os componentes da motivação dentro da psicologia comportamental são bem materiais e experimentalmente testáveis. Existe sim um gigantesco avanço teórico nesse campo, diferente das abordagens clássicas da motivação. O principal ganho é, novamente, autonomia e consequente a isso, capacidade de auto-controle, auto-gestão (por sinal, isso é a principal resposta aos críticos da psicologia comportamental, os quais afirmam que segundo a perspectiva teórica, você é impossível de ter qualquer experiência de liberdade).
 
Quanto a suscetibilidade: Aqui estamos falando diretamente de repertório comportamental. Um sujeito com pouca autonomia em geral tanto tem um repertório restrito (podemos dizer que ele "sabe fazer poucas coisas", faltaria saber quanto ao que), e isso de maneira geral tem relação íntima com aprendizados via modelo. Manja aquele guri que só vai ser reforçado se fizer do jeito que o pai mandar? Ou aquele que só vai receber certo se fizer do jeito que o professor mandar? Se em todo lugar da vida de uma pessoa ela só é instruída a fazer de alguma forma, e na sua vida (condições naturais de reforço) ele for punido por qualquer tentativa criativa de solucionar um problema, pronto, fodeu. Teremos uma pessoa com baixa autonomia ao longo prazo, a qual talvez até siga muito bem um modelo bem descrito, mas a sua capacidade de solução de problema é bem restrita.
Agora pensa nas relações de reforço que esse sujeito vai estabelecer? A todo e qualquer modelo, ele vai ver uma descrição de como obter reforço, enquanto ele não vai ter repertório próprio algum (vulgo, estratégias) pra responder adequadamente ao problema disposto. No fim das contas esse sujeito vai sempre esquivar de responder por si próprio, enquanto vai ter uma probabilidade imensa de seguir descrições de contingências feitas por terceiros. Uma pessoa inclusive pode ser feliz assim. Quem aqui nunca conheceu alguém submisso? Tem gente que gosta. Eu não gosto. Vai do que a pessoa considera um objetivo pra ela.
Eu sou um defensor invariável da autonomia e acredito que sem autonomia não existe saúde mental. As pessoas devem ser estimuladas SEMPRE a procurarem soluções criativas para os problemas do dia a dia. E isso implica em não ser um filho da puta punitivo com qualquer erro de terceiros e sempre focar em onde diabos aquilo ali foi uma tentativa de desenvolvimento. Com isso no fim das contas eu acabo tendo uma vida com muito mais feedbacks positivos. Curiosamente, aqui no forum é justamente o contrário, aqui passa muito longe de ser um lugar para feedbacks positivos, e sim um lugar pra opiniões formadas e impositivas. A diferença daqui pro dia a dia é gigantesca.
 
 
William James é um dos pais, senão O pai do pragmatismo, que sim, é a base filosófica do behaviorismo radical.
A escolha do terapeuta tem muita relação com o perfil do sujeito que tá procurando terapia. É um assunto um pouco mais complicado e no fim das contas eu vou sempre puxar saco pra minha linha, então melhor eu nem falar muito. Mas a dica que dou é: peça indicação de um bom terapeuta na sua região, recomendações são sempre boas. Sabendo a perspectiva clínica dele (qual teoria que fundamenta a prática dele), tu pode pesquisar sobre e ver se tu vê sentido naquilo, se tu concorda ou coisa assim.
A maior dificuldade é sempre encontrar um terapeuta que tu goste, é igual médico/dentista.
E não sei direito sobre a dissociação que o the-dude fez, mas psiquiatria e psicanálise são coisas bem diferentes, e de qualquer modo, a rotulação é sempre algo complicado. O paciente é sempre mais do que um sinal ou sintoma. Pro behaviorismo radical mesmo muito pouca coisa é tratada como patologia pra tu ter ideia. O lance de dissociar behaviorismo radical e cognitivismo tem mais relação com o que eu ia falar, o cognitivismo assume umas paradas meio controversas quanto emoções e a produção de comportamento, ou mesmo no objetivo de qualquer terapia. No cognitivismo por sinal o que se trata é a queixa em geral. Tipo, se tu tem insônia, se trata a insônia, como módulo. Inclusive existem livros que deixam claro até a média de consultas necessárias e o que deve haver no programa da terapia. Saca? Eu acho foda isso, apesar de que quando eu clinicava, raramente eu precisava ficar mais de 6 meses com um paciente. Mas uma coisa é seguir módulos, outra é de fato estabelecer uma relação terapêutica e a partir do que ela for mostrando, os dois (paciente e terapeuta) determinam os objetivos, a temática de cada sessão e coisas do tipo.
 
 
Essa é a parte foda e "difícil de explicar". A primeira resposta é a mais complicada. Psicanálise, seja lá de qual for o autor, ela não é científica. Mas calma, isso não é o fim do mundo. Existe uma dinâmica a qual é coerente metodologicamente até certo ponto, mas científica ela não é. Ela trabalha relações subjetivas através de representações e postulados que tem validade DENTRO DA TEORIA, que quando trabalhados com o sujeito, seguindo uma porrada de identificações (que vão ter nomes diferentes pra cada teoria), se constrói um campo terapêutico, que em geral, é simbólico, mas se nossa fala/escrita e mesmo pensamento é simbólico, dá pra entender o porque que trabalhar simbolismo gera efeitos positivos sob o sujeito né?
Dai tá a gigantesca cisão na psicologia. Não sou bom nessa área, mas fiz minhas escolhas né. A psicologia comportamental é científica (vulgo, tudo que a gente trabalha tem respaldo em teoria E foi testado por via experimental E pode ser replicado). Essa é a parte que gera uma merda infernal na psicologia. Quando a gente trabalha clínica, no mundo inteiro, tem esse direcionamento pra psicologia comportamental (e dentro dela, as duas principais escolas, o behaviorismo radical e o cognitivismo). Psicanálise só é encontrada em grades curriculares de psicologia em 2 países do mundo: Brasil e Argentina, salvo engano, é essa a informação que tenho.
Abordagens humanísticas caminham pro mesmo lado, não são científicas, mas tem uma base que é científica (a da gestalt teoria), mas nesse campo eu sei menos ainda. Gestalt em geral é aplicada em áreas como publicidade e marketing. Mas quanto a terapia, ela novamente não é científica MAS guarda de uma coesão interna.
Na minha opinião, o mundo inteiro tem um motivo pra ir pro lado da biologia. A força que a ciência traz e principalmente o poder de ilustração/demonstração que um estudo experimental traz é MUITO contundente. Por mais que acredite que a clínica de outras teorias nunca vá morrer (bem, não dá pra mentir que boa parte das pessoas tem problemas de forte caráter simbólico), a tendência é que a psicologia clínica acabe ficando muito pro lado com comprovação científica. Em muitos países, psicologia clínica é sinônimo de psicologia comportamental. Nos estados unidos e na áfrica do sul é mais ou menos assim já.
E "o que funciona" no fim das contas é sempre o que se estabelece na terapia. É imprevisível demais. Mas acredito que seja exatamente por esse motivo que é tão foda achar um terapeuta bom. A formação em psicologia é ridiculamente fraca no Brasil. Dá pra formar não sabendo porra nenhuma, grande parte da minha turma, e vamos falar da minha área teórica: de todos os meus 12~14 colegas de clínica, eu consigo dizer que no máximo 4 deles conseguiam lidar com a imprevisibilidade de uma queixa. Quase todos os outros não fariam nem ideia de como estruturar uma hipótese. E isso porque to falando dos psicólogos comportamentais com que me formei (as outras abordagens acredito que seja pior ainda, simplesmente por demandar de bem mais estudo inicialmente).
 
 
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